• Seleção feminina sub 23 Brasil estreia no Sul-Americano da categoria contra o Chile

    A seleção brasileira sub-23 feminina de vôlei começará nesta quinta-feira (28.07) a caminhada pelo título do Campeonato Sul-Americano da categoria, que acontecerá entre os dias 27 e 31 de julho, em Lima, no Peru. O Brasil, dirigido pelo treinador Wagão, estreará contra o Chile às 16h45 (Horário de Brasília). Brasileiras e chilenas estão no grupo A que conta ainda com a Argentina. O grupo B é formado por Peru, Colômbia e Uruguai. Se o Brasil conseguir duas vitórias e classificar em primeiro da chave, jogará contra o segundo colocado no grupo B no dia 30 de julho. E, se vencer, estará na grande decisão. A equipe fez uma parte da preparação no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), e o treinador Wagão mostra otimismo com a participação do Brasil na competição.“Temos uma expectativa boa para o Sul-Americano. Sabemos que será uma competição difícil que será disputada em Lima. O Peru está passando por uma reestruturação no voleibol buscando elevar novamente o nível da equipe e contrataram muitos profissionais de qualidade. A comissão técnica da equipe sub-23 tem muitos brasileiros que conhecem bastante as nossas jogadoras. Trabalhamos muito bem e fizemos bons amistosos. Acredito que a competição terá um bom nível. Vejo uma evolução em todas as equipes, mas estamos otimistas para a nossa participação”, disse Wagão, que também fez uma análise sobre o primeiro adversário do Brasil. “O Chile veio para o Sul-Americano com praticamente com a mesma equipe que disputou esse campeonato há dois anos, mas hoje elas estão mais experientes. Queremos fazer uma boa estreia e estamos muito motivados”, garantiu Wagão. O segundo jogo do Brasil acontecerá às 16h45 (Horário de Brasília) desta sexta-feira (29.07) contra a Argentina. O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Seleções
  • Atlanta 96 Ouro e prata que transformaram o vôlei de praia brasileiro completam 20 anos

    Da redação, no Rio de Janeiro - 27.07.2016 O ouro de Sandra Pires/Jackie Silva e a prata de Adriana Samuel/Mônica Rodrigues em Atlanta-1996, que nesta quarta-feira (27.07) completam 20 anos, significaram mais que as primeiras medalhas de mulheres brasileiras nos Jogos Olímpicos. Após duas décadas é possível dizer que representaram um passo em busca da igualdade de gêneros no esporte, do fortalecimento e profissionalização do vôlei de praia, do orgulho e autoafirmação das mulheres brasileiras. A primeira medalha, que se tornariam ‘as primeiras’, com a dobradinha verde e amarela, veio com a vitória por 2 sets a 0 (12/11, 12/6) na primeira edição em que o vôlei de praia esteve presente no programa olímpico. Mas entre o ouro colocado no peito e a noção do tamanho do feito realizado, Sandra Pires, a época com apenas 23 anos, revela que a ficha demorou a cair. "Não tínhamos internet, celular também ainda era muito raro. Então a ficha só começou a cair no avião, na volta ao Brasil. E quando desembarcamos. As mulheres corriam junto do carro do Corpo de Bombeiros, abriam as portas dos carros, pulavam. Eu nunca tinha visto uma festa daquelas. Todos os brasileiros celebraram, mas era algo especial para as mulheres, era nossa vez, nosso momento de proporcionar orgulho", diz Sandra Pires. Após Atlanta, o torneio olímpico passou a contar com o mesmo número de participantes, tanto no masculino quanto no feminino. Em muitos circuitos, como no brasileiro e internacional, as premiações aos atletas foram igualadas nos gêneros. A campanha de Jackie/Sandra Pires em Atlanta contou com cinco vitórias em cinco jogos, inclusive um confronto prévio contra as medalhistas de prata, ainda na quarta rodada. As futuras campeãs venceram por 15 a 4. Na época, apenas os jogos por medalha eram disputados em dois sets. Jackie Silva, que já havia participado duas vezes dos Jogos Olímpicos no indoor, finalmente coroou a carreira com a consagração máxima de um atleta. "Foi uma medalha muito importante por vários aspectos. Era a primeira vez que tínhamos o vôlei de praia como modalidade olímpica, a primeira medalha feminina do Brasil e foi um título que eu queria muito. Na época não tínhamos essa dimensão, apenas o foco de sermos campeãs. O Brasil e os Estados Unidos são os dois principais polos da modalidade desde aquela época, e foi muito bom sair na frente. Depois das nossas medalhas o esporte ganhou mais popularidade no Brasil e ainda tem espaço para crescer. É um dos esportes mais procurados nos Jogos Olímpicos e isso é muito bom para o desenvolvimento", disse Jackie Silva. A prata em poucos esportes pode ter um gosto de ouro como no vôlei de praia. Ainda que tenham sido derrotadas na final, Adriana Samuel e Mônica Rodrigues saíram com sentimento de dever cumprido e ouvindo o hino nacional brasileiro no pódio. "Sempre sonhei em jogar uma Olimpíada. Quando ainda jogava vôlei de quadra, acabei cortada pouco antes dos Jogos de Seul, então era como um sonho que eu havia perdido. Mas a vida surpreendeu, fui para o vôlei de praia e ele se tornou olímpico. Só de estar presente, já foi uma emoção incrível. E foi uma prata com gosto de ouro. Em pouquíssimos esportes é possível ouvir o hino mesmo ficando com a prata. Demos nosso máximo, fizemos nosso melhor. Foi uma prata com gosto de ouro", destacou Adriana Samuel. Após Atlanta-1996, o vôlei de praia esteve presente em todas as edições dos Jogos, sempre figurando entre os esportes mais procurados pela torcida. Para Mônica Rodrigues, a competição abriu portas para futuros atletas, treinadores e profissionais do esporte. "Na parte individual é um sonho de qualquer atleta de alto nível. Conseguimos representar nosso país, fazendo ainda por cima uma final brasileira. Isso vai ser lembrado para sempre. E um marco para o Brasil, primeiras mulheres a ganharem medalha no nosso país. Aquilo foi responsável por um crescimento do nosso esporte, algo profissional, fruto de trabalho e dedicação de muitas pessoas", completou Mônica Rodrigues. O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos. Desde Atlanta, ao menos uma medalha é conquistada por edição por nossos representantes. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze. Seis delas das mulheres brasileiras. O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Praia
  • Na Áustria Brasil começa bem em Klagenfurt

    O Brasil começou bem a participação no Major Series de Klagenfurt, na Áustria, quarto evento deste nível e 17º da temporada 2016 do Circuito Mundial de Vôlei. Nesta terça-feira (26.07), Fernanda Berti/Josi (RJ/SC) venceu as duas partidas do torneio de qualificação e garantiu vaga na competição principal. Entre os homens o dia foi de disputa de country quota vencido por Márcio Gaudie/Vinícius (RJ). Abrindo o dia de competição, Fernanda e Josi passaram pela parceria austríaca Dorfler/Radl por 2 sets a 0 (21/17 e 21/15) na primeira rodada da fase de qualificação. Em seguida elas tiveram outra dupla da Áustria pela frente, Teufl e Zass, como nova vitória em dois sets (21/10 e 21/18). Agora elas se juntam às outras três duplas brasileiras que já estavam garantidas no torneio principal: Elize Maia/Ângela (ES/DF), Maria Elisa/Lili (PE/ES) e Juliana/Taiana (CE). No torneio masculino apenas a disputa de country quota movimentou as quadras austríacas nesta terça-feira. Entre os brasileiros três duplas brigaram por uma vaga no torneio qualificatório: Arthur Lanci/Daniel Lazzari (PR/SC), Thiago/Oscar (SC/RJ) e Márcio Gaudie/Vinícius (RJ). Na primeira rodada Márcio e Vinícius venceram Arthur/Daniel por 2x0 (21/17 e 21/14). Em seguida eles conseguiram novo triunfo, desta vez sobre Thiago e Oscar por 2x1 (14/21, 21/14 e 15/10). Com as duas vitórias no country quota Márcio Gaudie e Vinícius disputarão o torneio de qualificação nesta quarta-feira (27.07). Os cariocas jogarão na primeira rodada contra os espanhóis Marco e Garcia. Em caso de vitória, eles decidirão uma vaga no torneio principal contra o vencedor de Tomás/Menéndez (ESP) e Huus/Eithun (NOR). Já garantidos na chave de grupos estão Vítor Felipe/Álvaro Filho (PB), Ricardo/André (BA/ES) e Guto/Saymon (RJ/MS). As duplas que representarão o Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro não participarão desta etapa, já que estão concentradas em treinamento para a competição no Brasil. A fase principal do torneio em Klagenfurt contará com 32 times (em cada naipe) divididos em oito grupos de quatro duplas. Elas jogam entre si com os primeiros colocados indo direto às oitavas de final (Round 2). Segundos e terceiros de cada chave disputam uma rodada eliminatória a mais, a repescagem (Round 1). Este é o 18º ano que a cidade de Klagenfurt recebe uma etapa, tendo sediado 17 eventos no naipe masculino e 13 no naipe feminino. As duplas brasileiras lideram o quadro de medalha em ambos os naipes. São 25 no naipe masculino, sendo 10 de ouro, e outras 18 medalhas no feminino, cinco delas de ouro. A cidade de Klagenfurt é a sexta maior do país, com uma população 90 mil. O torneio é realizado às margens do lago Wörthersee, usado como balneário de verão. A cidade é cercada por várias colinas cobertas de floresta e montanhas. A etapa de Klagenfurt dará 57 mil dólares às duplas campeãs, distribuindo 800 mil dólares em premiações no total. Os campeões somam 800 pontos no ranking do Circuito Mundial. Após a parada na Áustria, o tour mundial terá um intervalo para os Jogos Olímpicos, voltando no dia 23 de agosto, com o Grand Slam de Long Beach. TODOS OS CAMPEÕES NA ÁUSTRIA: MASCULINA 1. Klagenfurt 1997 Emanuel/Zé Marco (BRA) 2. Klagenfurt 1998 Loiola/Emanuel (BRA) 3. Klagenfurt 1999 Loiola/Emanuel Rego (BRA) 4. Klagenfurt 2000 Loiola/Emanuel (BRA) 5. Klagenfurt 2001* Mariano Baracetti/Martin Conde (ARG) 6. Klagenfurt 2002 Loiola/Ricardo (BRA) 7. Klagenfurt 2003 Márcio Araújo/Benjamin (BRA) 8. Klagenfurt 2004 Emanuel/Ricardo (BRA) 9. Klagenfurt 2005 Dieckmann/Scheuerpflug (ALE) 10. Klagenfurt 2006 Dalhausser/Todd Rogers (EUA) 11. Klagenfurt 2007 Emanuel/Ricardo (BRA) 12. Klagenfurt 2008 Dmitri Barsouk/Igor Kolodinsky (RUS) 13. Klagenfurt 2009 Dalhausser/Rogers (EUA) 14. Klagenfurt 2010 Dalhausser/Rogers (EUA) 15. Klagenfurt 2011 Pedro Cunha/Ricardo (BRA) 16. Klagenfurt 2012 Nummerdor/Schuil (HOL) 17. Klagenfurt 2014 Alison/Bruno Schmidt (BRA) FEMININO 1. Klagenfurt 2001* Adriana Behar/Shelda (BRA) 2. Klagenfurt 2002 Misty May-Treanor/Kerri Walsh (EUA) 3. Klagenfurt 2003 May-Treanor/Walsh (EUA) 4. Klagenfurt 2004 Walsh/Rachel Wacholder (EUA) 5. Klagenfurt 2005 May-Treanor/Walsh (EUA) 6. Klagenfurt 2006 Wang Jie/Tian Jia (CHN) 7. Klagenfurt 2007 May-Treanor/Walsh (EUA) 8. Klagenfurt 2008 Shelda/Ana Paula (BRA) 9. Klagenfurt 2009 Juliana/Larissa (BRA) 10. Klagenfurt 2010 Juliana/Larissa (BRA) 11. Klagenfurt 2011 May-Treanor/Walsh (EUA) 12. Klagenfurt 2012 Ekaterina Khomyakova/Evgeniya Ukolova (RUS) 13. Klagenfurt 2014 Larissa/Talita (BRA) * Campeonato Mundial O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Circuito Mundial
  • Mundial Sub-19 Brasil busca tricampeonato no Chipre com quatro duplas na disputa

    Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 26.07.2016 Enquanto as duplas brasileiras olímpicas realizam os ajustes finais para os Jogos Rio-2016, uma nova geração vai em busca de medalhas no Chipre. De quarta-feira (27.07) a domingo (31.07) ocorre o Campeonato Mundial Sub-19 de Vôlei de Praia e quatro times do país estão na disputa da 14ª edição. Entre eles, Duda, campeã nas duas últimas edições e um dos destaques do torneio. "Eu amo jogar este jogo. Meus treinadores e parceiros trabalham duro na prepararão para cada torneio. Eu tenho muita sorte de ter o suporte deles. Ainda tenho muito a aprender, mas me sinto o amadurecimento. Espero conseguir um bom desempenho", disse Duda, que também é campeã mundial Sub-21 e prata no Mundial Sub-23, além de já ter vencido os Jogos Olímpicos da Juventude e uma etapa no Circuito Mundial adulto, o Open de Fortaleza. O país será representado por Renato e Rafael, que entram direto na fase de grupos, e Gabriel Pisco/Felipe Miranda, que partem do qualificatório. No feminino, Duda terá a parceria de Victoria na chave principal, enquanto Ana Carolina/Vitória disputam o torneio preliminar. Os jogos começam nesta quarta-feira (27.07), justamente com os qualificatórios. O Brasil conquistou cinco vezes o torneio. O primeiro foi no Mundial, na Grécia, em 2002, quando a competição ainda era Sub-18. Ian Borges e Pedro Solberg foram os vencedores. Em 2005, na França, Carol Aragão conquistou o outro título mundial, ao lado de Bárbara Seixas. Em 2013, Duda e Tainá levaram o troféu em Portugal. No ano seguinte, novamente Duda, desta vez ao lado de Andressa, ficou com o ouro, assim como Arthur Lanci/George, fazendo a dobradinha também em Portugal. O Chipre já recebeu vários eventos FIVB Challenger e Satellite e este será o terceiro evento internacional na cidade costeira de Larnaka, que já foi sede do Mundial Sub-19 de 2012 e do Mundial Sub-21 de 2014. TODOS OS CAMPEÕES MUNDIAIS SUB-18/19: Masculino2002* - Grécia - Ian Borges/Pedro Solberg (BRA)2003* - Tailândia - Fuchs/Kaczmarek (ALE)2004* - Itália - Kirsnys/Miseikis (LIT)2005 - França - Umaut/Zemljak (ESL)2006 - Bermuda - Erdmann/Klass (ALE)2007 - Polônia - Kadziola/Szalankiewicz (POL)2008 - Holanda - Kollo/Venno (EST)2009 - Alania - Popov/Samoday (UCR)2010 - Porto - Kantor/Losiak (POL)2011 - Croácia - Kaczmarek/Kosiak (POL)2012 - Chipre - Bryl/Kujawiak (POL)2013 - Porto - Reichert/Wickler (ALE)2014 - Porto - Arthur Lanci/George (BRA) Feminino2002* - Grécia - Keizer/Stevens (HOL)2003* - Tailândia - Kohler/Ludwig (ALE)2004* - Itália - Urban/Wiatr (POL)2005 - França - Carol Aragão/Bárbara Seixas (BRA)2006 - Bermuda - Palmer/Rohkamper (AUS)2007 - Polônia - Remmers/Stiekema (HOL)2008 - Holanda - Laboureur/Springer (ALE)2009 - Alania - Aulenbrock/Bieneck (ALE)2010 - Porto - Croson/Ross (EUA)2011 - Croácia - Baran/Kociolek (POL)2012 - Chipre - Dumbauskaite/Povilaityte (LIT)2013 - Porto - Duda/Tainá (BRA)2014 - Porto - Duda/Andressa (BRA) O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Praia
  • dois torneios Cabo Frio (RJ) recebe maratona de vôlei de praia após sucesso de 2015

    Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 20.07.2016Um dos esportes mais procurados nos Jogos Olímpicos viverá uma maratona de partidas na próxima semana, em Cabo Frio (RJ). Após o sucesso de 2015, o vôlei de praia volta à cidade da Região dos Lagos com dois torneios seguidos, ambos com entrada gratuita. De terça-feira (26.07) a quinta-feira (28.07) ocorre o Circuito Banco do Brasil Sub-23. Já de sexta-feira (29.07) a domingo (31.07) será realizado o Circuito Banco do Brasil Challenger.Em 2015, a etapa do Challenger em Cabo Frio contou com arena lotada nos três dias de competição e viu Elize Maia/Duda e Léo Vieira/Luciano serem campeões. As disputas serão realizadas na arena montada na Praia do Forte, em frente à Praça das Águas. Além da entrada gratuita, o torneio terá a presença de atletas que já disputaram Jogos Olímpicos, campeões mundiais e distribuição de camisetas e brindes.Esta é a última etapa da temporada 2016 do Challenger, que já havia passado por João Pessoa (PB), Jaboatão (PE) e Aracaju (SE). O time vencedor de cada parada soma 400 pontos no ranking, além de receber uma premiação de R$ 13 mil. Ao final dos quatro paradas, as duplas que somam mais pontos são eleitas campeãs gerais da temporada.Nas duas primeiras etapas da temporada, dobradinha de Thiago/George (SC/PB), no naipe masculino, e títulos para Neide/Rebecca (AL/CE) em João Pessoa (PB), e para Andrezza/Vivian (AM/PA) em Jaboatão (PE). Já em Aracaju (SE), ouro para Léo Gomes/Ferramenta (RJ) e novamente para Andrezza/Vivian.Sistema de disputaO sistema de disputa da competição funciona da seguinte forma. As 10 melhores duplas do ranking de entradas entram direto na fase de grupos, assim como outros dois times convidados. Outros quatro times garantem presença no torneio através da disputa do qualificatório, no primeiro dia (sexta-feira), em partidas eliminatórias diretas.Os 16 times finais são divididos em quatro grupos de quatro equipes e duelam pela primeira fase, no segundo dia de competições (sábado). Os primeiros de cada chave avançam direto às quartas de final, enquanto os segundos e terceiros disputam a repescagem (oitavas de final). O terceiro e último dia (domingo) tem a disputa das semifinais, bronze e finais.Circuito Sub-23O sistema de disputa do Circuito Sub-23 é diferente do Challenger. Ao todo são 12 duplas divididas em três grupos de quatro duelando na primeira fase. Avançam os primeiros e segundos colocados de cada grupo, além dos dois melhores terceiros colocados. Depois ocorre a disputa das quartas de final, e em seguida semifinais, bronze e finais dos dois gêneros.O Circuito Sub-23 é composto por seis etapas, e, além dos campeões de cada parada, existe um campeão geral da temporada, somando os pontos de todos os eventos. Ao contrário do Sub-19 e do Sub-21, em que as duplas precisam ser da mesma federação, no Sub-23 elas podem estar registradas em estados diferentes. A categoria também possui premiação em dinheiro, com os campeões de cada naipe recebendo R$ 3,7 mil.ImprensaOs veículos de imprensa interessados em realizar a cobertura do Circuito Challenger devem enviar nome, função e RG dos colaboradores ao e-mail [email protected]'. O assessor de imprensa Renan Rodrigues (21 99290-4767) estará em Cabo Frio para realizar o credenciamento e auxiliar os jornalistas.O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
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