PARABÉNS À SELEÇÃO MASCULINA E A ALISON/BRUNO PELO BRILHANTE OURO E A ÁGATHA/BÁRBARA PELA PRATA
  • última etapa Long Beach (EUA) encerra temporada e define últimas vagas do World Tour Finals

    No Rio de Janeiro (RJ) - 23.08.2016 O Brasil ainda comemora as medalhas de ouro e prata conquistadas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mas o vôlei de praia segue com o Circuito Mundial. A última etapa da temporada ocorre nesta semana, de terça-feira (23.08) a domingo (28.08), com o Grand Slam de Long Beach, na costa Oeste dos Estados Unidos. O país terá 11 duplas na briga, seis delas já garantidas na fase de grupos. A parada em Long Beach é a última oportunidade para duplas somarem pontos de olho em outro torneio, o World Tour Finals. A competição, que não integra o Circuito Mundial e possui premiação maior, conta com os oito melhores times do ranking e outras duas duplas convidadas. Será disputada no Canadá, de 13 a 18 de setembro. O Brasil será representado por cinco duplas no torneio masculino. Álvaro Filho/Vitor Felipe (PB), Guto/André Stein (RJ/ES) e Pedro Solberg/Evandro (RJ) entram direto na fase de grupos, a partir desta quarta-feira (24). Já Oscar/Jô (RJ/PB) e Thiago/George (SC/PB) disputam o qualificatório, já nesta terça-feira (23). Já no naipe feminino, três duplas brasileiras começam da fase de grupos, pela pontuação no ranking de entradas: Larissa/Talita (PA/AL), Duda/Elize Maia (SE/ES) e Juliana/Taiana (CE). Outras três duplas partem do qualificatório, em busca de uma vaga na fase principal: Carolina Horta/Ana Patrícia (CE/MG), Fernanda Berti/Josi (RJ/SC) e Lili/Maria Elisa (ES/RJ). A vitória em um Grand Slam rende 800 pontos ao time campeão, além de uma premiação de 57 mil dólares. Com isso, duas duplas brasileiras brigam por uma boa pontuação para chegarem ao World Tour Finals. Elize Maia e Duda (ES/SE) possuem 3.650 pontos e estão em 12º no ranking. Pedro e Evandro, em 14°, com 3.890 pontos, também podem garantir presença na competição caso conquistem um bom resultado nos EUA. Long Beach é o segundo torneio da temporada 2016 do Circuito Mundial disputado nos Estados Unidos. O país também recebeu o Open de Cincinnati, em maio. Até hoje, 15 etapas do Circuito Mundial (nos dois naipes) foram disputadas nos Estados Unidos. O Brasil soma 21 medalhas no feminino e 15 entre os homens. Long Beach receberá uma etapa do tour mundial pelo quarto ano consecutivo, todos disputados na Praia de Alamitos. Outras dez cidades já sediaram eventos nos Estados Unidos. O município fica no condado de Los Angeles, no sul da Califórnia, na costa do Pacífico. A população de Long Beach é de cerca de 475 mil pessoas. O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Circuito Mundial
  • Sul-Americano Sub-18 Brasil estreia contra a Bolívia

    Os Jogos Olímpicos Rio2016 já ficaram para trás, mas o voleibol brasileiro ainda tem muitos compromissos nesta temporada. Nesta quarta-feira (24.08) tem início o XX Campeonato Sul-Americano Sub-18 feminino, em Lima (PER), e o Brasil entrará em ação na busca do décimo oitavo título na competição. O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Walter Pitombo Laranjeiras, destacou a importância do contínuo trabalho com as equipes de base. “O vôlei brasileiro não para, estamos em constante aprimoramento. Temos de comemorar as três medalhas que ganhamos agora no Rio 2016, o que deixa o vôlei como o esporte com mais pódios olímpicos no Brasil, agora são 23, somando os 10 da quadra com os 13 da praia. Nossos resultados são construídos com muito planejamento, e para isso contamos com a ajuda de nossos parceiros, especialmente o Banco do Brasil, que está conosco há 25 anos”, comentou o presidente da CBV, destacando também a estreita colaboração com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e o Ministério do Esporte. O Campeonato Sul-Americano Sub-18 feminino garantirá ao campeão uma vaga no mundial da categoria em 2017, na Argentina. A seleção brasileira está no grupo A junto com Bolívia, Chile e Colômbia, e no grupo B estão Peru, Argentina, Venezuela e Uruguai. A estreia do time verde e amarelo será nesta quarta-feira, às 17h (hora de Brasília), contra as bolivianas. O time do Brasil é dono da hegemonia no continente na categoria com 17 títulos em 19 edições realizadas. A equipe brasileira em Lima será comandada pelo técnico Maurício Thomas e terá as seguintes convocadas: Kenya Malachias, Camila Mesquita, Julia Gobs, Paula Panno, Maria Clara, Tainara Santos, Daniela Seibt, Jéssica Lima, Beatriz Santana, Sabrina Groth, Mariana Bambrilla, Daniela Cechetto, Mayara Barcelos e Júlia Bergamann. Ainda em 2016 as categorias de base do Brasil têm mais três compromissos. A seleção sub-19 masculina joga o Sul-Americano, também na capital peruana, de 28 de setembro a 2 de outubro. Entre 17 e 24 de outubro, em Bariloche (ARG), será a vez da equipe masculina Sub-21 disputar o título continental. Ainda por definir está o Sul-Americano Sub-20 feminino. SUL-AMERICANO SUB-18 FEMININO PRIMEIRA FASE 24.08 (QUARTA-FEIRA) – BRASIL x Bolívia, às 17h 25.08 (QUINTA-FEIRA) – BRASIL x Chile, às 17h 26.08 (SEXTA-FEIRA) – BRASIL x Colômbia, às 17h O Banco do Brasil e o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Seleções
  • Ouro em casa Brasil derrota a Itália e é campeão

    Na quarta final consecutiva de Jogos Olímpicos, o Brasil conquistou a quarta medalha, desta vez, de ouro e em casa, na primeira edição do campeonato mais importante do calendário esportivo em solo brasileiro. A equipe dirigida pelo técnico Bernardinho se tornou tricampeã olímpica neste domingo (21.08) ao bater a Itália na grande final por 3 sets a 0 (25/22, 28/26 e 26/24), em 1h37 de jogo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. As três primeiras medalhas de ouro haviam sido conquistadas em Barcelona/92, sob o comando de José Roberto Guimarães, e em Atenas/04, já com Bernardinho. Além disso, o Brasil conquistou a prata olímpica em Los Angeles/84, Pequim/08 e Londres/12. O Brasil chegou para a disputa da final com seis vitórias – sobre México, Canadá, França, Argentina e Rússia – e dois resultados negativos, sofridos para a própria Itália e para os Estados Unidos, na fase classificatória.  Após a cerimônia de premiação, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) divulgou os melhores dos Jogos Olímpicos e o Brasil teve quatro representantes. O levantador Bruninho foi eleito o melhor da sua posição, Wallace foi o melhor oposto, Lucarelli, o melhor ponteiro e Serginho foi eleito o melhor líbero e o melhor jogador da competição. Os melhores centrais foram Birarelli, da Itália, e Volvich, da Rússia. E o outro ponteiro eleito foi Russel, dos Estados Unidos.  Além do melhor oposto dos Jogos Olímpicos, Wallace foi o maior pontuador da decisão, com 20 acertos. O ponteiro Lipe, com 11, também pontuou bem pelos brasileiros. Na Itália, o oposto Zaytsev foi o maior pontuador, com 17 pontos.  Em sua nona participação em Jogos Olímpicos, como jogador, assistente-técnico e treinador, Bernardinho conquistou, neste domingo, sua sexta medalha. Para o treinador, de todos, o principal momento é curtir a felicidade de um ginásio inteiro. “A minha medalha de ouro é estar ali atrás e poder ver os rapazes em cima do pódio e toda a torcida gritando é campeão. Isso, para mim é único. Ouvir o hino nacional, a bandeira subindo, todos chorando, porque é algo muito emocionante, tanta coisa represada, essa vontade de ser o campeão que a torcida esperava, é a imagem que eu guardo. O metal representa tudo que esses momentos te trazem. Mas, o momento final de tudo isso é único. Tenho tantos anos de carreira no esporte, tantos títulos e momentos marcantes, mas uma fotografia como essa na minha memória, não existe por ser em casa. Esse é o verdadeiro ouro”, afirmou. Um dos principais símbolos desta seleção campeã olímpica, o líbero Serginho disputou sua quarta final de Jogos e conseguiu a segunda medalha de ouro com a vitória deste domingo contra a Itália. O jogador, eleito o MVP da competição, comentou sobre a conquista e momentos de dificuldade na campanha brasileira.  “Quero descansar, curtir meus filhos e minha casa. Eles (filhos) ficavam me cobrando para ser novamente campeão olímpico e não devo mais nada para ninguém. Eu e os jogadores tivemos uma conversa muito legal antes da partida contra a França e falei que estava me sentindo como se tivesse em uma UTI. Eu avisei que ia lutar para sair daquela condição e que eles iriam me ajudar. Os jogadores entenderam isso. Essa foi minha última Olimpíada e eles me ajudaram a me tornar bicampeão olímpico. Foi muito gratificante participar desse grupo”, afirmou Serginho.  O atacante Wallace, que foi eleito o melhor oposto dos Jogos Olímpicos, comentou sobre a atuação dos brasileiros no duelo contra a Itália.  “A Itália começou na frente em todos os sets e nós buscamos o resultado. Isso é muito difícil. Tivemos tranquilidade de armar as jogadas e sacar taticamente bem. Acredito que esse grupo amadureceu de 2012 até aqui. Nossa atitude dentro de quadra mudou a partir da partida com a França. Muitas pessoas não acreditavam em nós. Fomos ganhando os jogos e a torcida sempre nos apoiando em todos os momentos. Fico feliz de conseguirmos retribuir esse carinho da torcida com essa medalha de ouro. A felicidade é muito grande, todo o trabalho e o sacrifício valeram a pena”, disse Wallace.  O levantador Bruninho lembrou a superação que o grupo passou durante a competição e chamou a atenção para a força do grupo.  “Histórias como a dessa medalha de ouro acontecem somente no esporte. Estávamos a beira do abismo e conseguimos dar essa volta por cima. Depois de quatro anos sem conquistar um título grande e sendo tachados de geração que só bate na trave e não consegue vencer, veio essa medalha de ouro na frente do nosso povo. Isso é muito trabalho, suor e sacrifício e esse grupo merece demais tudo isso”, afirmou Bruninho.  O JOGO A Itália marcou o primeiro ponto da partida e o Brasil devolveu, deixando tudo igual (1/1). Os italianos pontuaram bem e fizeram 4/1. O time da casa encostou em 4/3. No ace de Lipe, os brasileiros empataram: 6/6. A Itália voltou a abrir e fez 9/6. A diferença se manteve em 11/8. Com mais um ponto de saque, desta vez com Lucarelli, a seleção brasileira encostou no placar de novo (11/10). Depois de grande defesa de Bruninho e uma bola bem disputada, Wallace pontuou e deixou tudo igual em 12 pontos. Lipe explorou o bloqueio adversário e o Brasil assumiu o comando do placar: 13/12. No ace de Maurício Souza, 15/12. Lipe ainda fez 16/12 e a Itália pediu tempo. Bem no saque, desta vez pontuando com Wallace, o Brasil chegou a 18/14. Contando com erros dos donos da casa, os italianos diminuíram a desvantagem para 19/17. No bloqueio duplo de Maurício Souza e Evandro, 22/19. O placar foi para 22/21. Lucarelli acertou o saque e levou o Brasil a 24/21. Na sequência, fechou em 25/22. Assim como no primeiro set, a Itália começou melhor e de novo fez 4/1. O Brasil encostou em 4/3. Com Lucão, mais uma vez o time da casa chegou no placar em 6/5. No erro dos donos da casa, a Itália voltou a abrir (8/6). No bloqueio de Wallace, a seleção brasileira chegou ao ponto de empate: 9/9. NA sequência, o time mandante colocou dois a frente (13/11) e foi a vez dos italianos pedirem tempo. No ace de Lipe, 14/11.  A Itália buscou a reação e deixou tudo igual em 14/14. O set teve novo empate em 16/16 e, com Maurício Souza, o Brasil colocou um de vantagem. As equipes passaram a trocar pontos, com mais um empate em 19 pontos. Os italianos colocaram o placar a favor deles no ace de Zaytsev (21/20) e Bernardinho pediu tempo. Em um final de set bem disputado, os times fizeram 22/22. O Brasil fez 24/22 e os italianos fizeram 24/24. No bloqueio, a Itália fez 25/24. O Brasil empatou. No bloqueio, os donos da casa fizeram 27/26 e, no ace de Maurício Souza, fechou em 28/26. Em vantagem nos sets, a seleção brasileira começou bem e colocou um de vantagem em 5/4. Depois, foi a vez dos italianos abrirem um de diferença em 7/6. O Brasil voltou a pontuar e, no bloqueio de Lipe e Lucão, marcou 9/8. Na largadinha de categoria de Maurício Souza, o time verde e amarelo fez 13/11. O adversário buscou e deixou tudo igual em 13/13. No erro do Brasil, os italianos colocaram um de vantagem (16/15) e Bernardinho parou o jogo com pedido de tempo. Com Maurício Souza bem no saque, a equipe brasileira empatou: 17/17. Quando o time verde e amarelo fez 19/18, o adversário pediu tempo. Wallace fez 20/19. Na bola de segunda de Bruninho, o Brasil chegou a 22/21. No final, vitória brasileira por 26/24.   EQUIPES BRASIL – Bruno, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lipe e Lucarelli. Líbero – Serginho Entraram – William, Evandro, Maurício Borges Técnico: Bernardinho ITÁLIA – Gianelli, Zaytsev, Buti, Birarelli, Lanza e Juantorena. Líbero – Colaci  Entraram – Rossini, Antonov, Sotille Técnico: Gianlorenzo Blegini GALERIA DE FOTOS http://2016.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/25696-rio-de-janeiro-rj---21.08.2016---jogos-olimpicos---brasil-x-italia--.html Partidas do Brasil na fase classificatória dos Jogos Olímpicos do Rio   Dia 07.08 – (11h35) - Brasil 3 x 1 México (23/25, 25/19, 25/14 e 25/18) Dia 09.08 – (22h35) - Brasil 3 x 1 Canadá (24/26, 25/18, 25/22 e 25/17) Dia 11.08 – (22h35) - Brasil 1 x 3 Estads Unidos (20/25, 23/25, 25/20 e 20/25) Dia 13.08 – (22h35) - Brasil 1 x 3 Itália (25/23, 23/25, 22/25 e 15/25) Dia 15.08 – (22h35) – Brasil 3 x 1 França (25/22, 22/25, 25/20 e 25/23) Quartas de final Dia 17.08 – (22h15) – Brasil 3 x 1 Argentina (25/22, 17/25, 25/20 e 25/23) Semifinal Dia 19.08 – (22h15) – Brasil 3 x 0 Rússia (25/21, 25/20 e 25/17) Final Dia 21.08 – (13h15) – Brasil 3 x 0 Itália (25/22, 28/26 e 26/24)   O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Rio 2016 Quadra Masculino
  • Vale o título Brasil e Itália disputam a medalha de ouro neste domingo

    Depois de sete jogos e seis vitórias, a seleção brasileira masculina de vôlei decide a final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro neste domingo (21.08), último dia desta edição, às 13h15, no ginásio do Maracanãzinho, considerado o templo da modalidade. O confronto vai ser contra a Itália, que chega para a decisão com a mesma campanha. Brasileiros e italianos se enfrentaram na final olímpica de 2004, quando o time verde e amarelo ficou com o título. Essa é a quarta final olímpica consecutiva do Brasil no torneio masculino de vôlei. Em Atenas/2004, a seleção verde e amarela ficou com o ouro, e em Pequim/2008 e Londres/2012, com a prata. Nas quatro, a equipe contou com Bernardinho na beira da quadra e com Serginho dentro dela. Hoje, ais 40 anos, o líbero é um dos mais entusiasmados para a disputa pela medalha de ouro. “Esse momento é a melhor coisa da vida. Quatro finais olímpicas, quatro medalhas e só tenho a agradecer. Sei da onde eu vim e fui escolhido para estar no meio desses caras. Para mim, vai ser muito especial e como se fosse a primeira final”, disse Serginho, emocionado com o atual momento.  “É final olímpica e temos que pensar em ganhar bloqueando, defendendo, sacando, atacando e jogando muito voleibol. Nosso time se mostra forte quando é necessário e é isso que temos que fazer amanhã de novo.  A Itália está sacando muito bem e essa é uma arma deles contra o nosso time. Temos que ter muita sabedoria, como foi contra a Rússia. Temos que ter cabeça no lugar. A Itália vem jogando bem, ganhou da gente, tirou os Estados Unidos, vem fazendo uma campanha brilhante”, complementou Serginho. E o experiente líbero destaca um ponto importante a favor da seleção brasileira nesta final – algo inédito para eles. “Não podemos relaxar, temo o fator casa, a torcida do nosso lado, e temos que tirar proveito disso tudo”, disse Serginho. O central Lucão, que conhece bem o time adversário por ter jogado na Itália na temporada passada, sabe que a seleção brasileira tem motivos para se preocupar. “O saque é o grande ponto forte deles no campeonato. Temos que tentar abrir vantagem desde o começo, sem deixar para decidir no final de cada set. É um jogo difícil, contra uma equipe de qualidade muito grande. Temos que tomar cuidado com todos os jogadores. Já enfrentamos o time deles tantas vezes nesse ciclo e conhecemos bem o esquema de jogo. É a equipe mais regular que eu vi jogar”, afirmou Lucão. O jogador da seleção brasileira demonstra confiança, especialmente pelo crescimento do grupo na reta final dos Jogos Olímpicos. “Vai ser uma partida complicada, mas nós crescemos na hora certa, fizemos uma ótima partida na semifinal e isso nos deu uma confiança a mais para fazer um bom jogo na final”, disse Lucão. O Brasil chega para a final com três vitórias e dois resultados negativos na fase classificatória, pelo Grupo A, e depois de bater a Argentina nas quartas de final e a Rússia na semi. Os italianos venceram quatro e perderam na primeira fase e depois passaram por Ira, nas quartas, e Estados Unidos na partida anterior a grande decisão. Partidas do Brasil na fase classificatória dos Jogos Olímpicos do Rio   Dia 07.08 – (11h35) - Brasil 3 x 1 México (23/25, 25/19, 25/14 e 25/18) Dia 09.08 – (22h35) - Brasil 3 x 1 Canadá (24/26, 25/18, 25/22 e 25/17) Dia 11.08 – (22h35) - Brasil 1 x 3 Estados Unidos (20/25, 23/25, 25/20 e 20/25) Dia 13.08 – (22h35) - Brasil 1 x 3 Itália (25/23, 23/25, 22/25 e 15/25) Dia 15.08 – (22h35) – Brasil 3 x 1 França (25/22, 22/25, 25/20 e 25/23) Quartas de final Dia 17.08 – (22h15) – Brasil 3 x 1 Argentina (25/22, 17/25, 25/20 e 25/23) Semifinal Dia 19.08 – (22h15) – Brasil 3 x 0 Rússia (25/21, 25/20 e 25/17) Final Dia 21.08 – (13h15) – Brasil x Itália   O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
    Rio 2016 Quadra Masculino
  • É decisão olímpica Brasil vence e está na grande final

    O Brasil está na final do torneio masculino de vôlei dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A seleção brasileira venceu a Rússia nesta sexta-feira (19.08) por 3 sets a 0 (25/21, 25/20 e 25/17), em 1h23 de partida e disputará a medalha de ouro contra a Itália, que passou pelos Estados Unidos na outra semifinal. A decisão será no próximo domingo, às 13h15, novamente no ginásio do Maracanãzinho, onde acontece a disputa da modalidade.  O Brasil chega para a final com três vitórias e dois resultados negativos na fase classificatória, pelo Grupo A, e depois de bater a Argentina nas quartas de final e a Rússia na semi. Os italianos venceram quatro e perderam na primeira fase e depois passaram por Ira, nas quartas, e Estados Unidos na partida anterior a grande decisão. O oposto Wallace foi o maior pontuador da partida, com 18 acertos. O ponteiro Lucarelli, com 10, também pontuou bem pela equipe verde e amarela. Pelo lado da Rússia quem mais marcou foi o atacante Mikhaylov com 16 acertos.  O técnico Bernardinho falou sobre a evolução da seleção brasileira para chegar até a final dos Jogos Olímpicos do Rio. “Talvez o nosso saque não tenha entrado nos primeiros jogos e isso condicionou um pouco certas atuações. A partir do jogo da França, mostramos capacidade de lidar com a situação difícil, lutar e sobreviver. Contra a Argentina, uma equipe que vinha como primeiro da chave, mas teoricamente menos capacitado, a pressão estava toda do lado de cá, dois jogadores se contundem e o time demonstrou o mais importante, que é dar o seu melhor. Nem sempre isso é suficiente e isso é do esporte, mas tem que dar o seu melhor. A equipe veio hoje com um desempenho técnico superior as outras, mas, certamente, contra a Itália vai ser um jogo totalmente diferente”, destacou Bernardinho. O líbero Serginho parabenizou o grupo pela classificação à final e comentou sobre a expectativa para a disputa da sua quarta decisão olímpica.  “Só tenho que agradecer a esse grupo. Essa equipe já mostrou em diversas ocasiões que consegue jogar um grande voleibol em momentos importantes. Só de pensar que vou disputar minha quarta final não consigo acreditar. Lembro de onde eu vim e é muito difícil de acreditar em tudo que conquistei nas quadras. Essa final olímpica vai ser como se fosse a minha primeira”, afirmou Serginho.  O ponteiro Lucarelli falou da emoção de se classificar para sua primeira final na sua estreia nos Jogos Olímpicos do Rio.  “A equipe entrou em quadra muito consciente de tudo que precisava fazer e isso dá uma tranquilidade. É uma felicidade muito grande chegar à uma final. Jogamos muito bem taticamente. Sacamos muito bem e erramos muito pouco. Conseguimos defender muito as jogadas deles. Temos que jogar desta maneira também contra a Itália. Sabemos da força que eles têm, mas vamos com tudo para buscar essa medalha de ouro”, garantiu Lucarelli.  O JOGO O Brasil abriu o placar do jogo no erro de saque da Rússia. O adversário devolveu com ponto de ataque. Com bons saques de Lipe, a equipe da casa fez 3/1. Os russos empataram em 3/3. Os brasileiros voltaram a abrir dois em 5/3 e a Rússia voltou a deixar tudo igual em 6/6. Com Wallace, o Brasil fez 9/7. O time visitante voltou a deixar tudo igual (9/9). O set seguiu equilibrado e a Rússia assumiu o comando do marcador em 13/12. Depois de grande defesa de Lipe, Lucarelli pontuou e o Brasil fez 14/13. Quando o placar foi para 16/14, os russos pediram tempo. No bloqueio de Wallace e Lucão, o Brasil abriu quatro (19/15). A vantagem passou a cinco em 20/15 e a Rússia pediu tempo. Os donos da casa mantiveram a diferença no placar e fizeram 23/18. E, com Lucarelli, o Brasil fechou em 25/21. A Rússia saiu na frente no segundo set e fez 4/2. Na sequência, ainda chegou a 6/4. Com Wallace e Maurício Souza no contra-ataque, o Brasil deixou tudo igual: 6/6. O placar esteve igual novamente em 10/10. Os russos passaram a pontuar mais e fizeram 12/10. Bem no bloqueio, a seleção brasileira empatou (12/12). A equipe visitante voltou a abrir dois em 15/13. Com Lucão, a equipe brasileira fez 16/16 e, no erro do adversário, virou o set. O Brasil colocou dois de vantagem em 19/17. Depois de bom saque de Lucão, o time da casa bloqueou com Maurício Souza e fez 21/18. O adversário pediu tempo. O placar foi para 22/20 e Bernardinho pediu tempo. Na volta, o Brasil venceu por 25/20. O Brasil começou bem e, na bola de segunda de Bruninho, fez 2/0. No ace de Lipe, o placar foi para 5/1. A Rússia reagiu, empatou em 6/6 e Bernardinho parou o jogo com pedido de tempo. O set esteve empatado novamente em 8/8 e em 10/10. A seleção brasileira voltou a pontuar bem e, no ace de Wallace, fez 12/10. Ainda com bloqueio de Lucão, o time da casa fez 13/10 e os russos pediram tempo. Bruninho bloqueou e o Brasil marcou 16/11. Com dois pontos seguidos de Wallace no bloqueio, o placar apontou 20/13. O time de Bernardinho seguiu melhor e fechou o terceiro set em 25/17. EQUIPES BRASIL – Bruno, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lipe e Lucarelli. Líbero – Serginho  Entraram – William, Evandro Técnico: Bernardinho RÚSSIA – Grankin, Tetyukhin, Volich, Mikhaylov, Volkov e Kliuka. Líbero – Verbov  Entraram – Kobzar, Bakun, Ermakov Técnico: Vladimir Alekno GALERIA DE FOTOS http://2016.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/25695-rio-de-janeiro-rj---19.08.2016---jogos-olimpicos---brasil-x-russia-.html Partidas do Brasil na fase classificatória dos Jogos Olímpicos do Rio   Dia 07.08 – (11h35) - Brasil 3 x 1 México (23/25, 25/19, 25/14 e 25/18) Dia 09.08 – (22h35) - Brasil 3 x 1 Canadá (24/26, 25/18, 25/22 e 25/17) Dia 11.08 – (22h35) - Brasil 1 x 3 Estados Unidos (20/25, 23/25, 25/20 e 20/25) Dia 13.08 – (22h35) - Brasil 1 x 3 Itália (25/23, 23/25, 22/25 e 15/25) Dia 15.08 – (22h35) – Brasil 3 x 1 França (25/22, 22/25, 25/20 e 25/23) Quartas de final Dia 17.08 – (22h15) – Brasil 3 x 1 Argentina (25/22, 17/25, 25/20 e 25/23) Semifinal Dia 19.08 – (22h15) – Brasil 3 x 0 Rússia (25/21, 25/20 e 25/17)   O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
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